Pages

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Chevrolet Classic 2009 - Pequeno mas valente

O leitor Ramiro Dias - Belford Roxo - RJ que é dono de um Classic 2007, enviou um e-mail me perguntando quando o disposto sedanzinho sairá de linha e, quais as modificações da linha 2009.

Bom senhor Ramiro, apesar do 'Classic' ser uma antiga versão do Corsa, a Chevrolet optou por não tirá-lo de circulação. Lançou a nova linha Corsa, fez uma plástica, e o rebatizou, antes Corsa Sedan, depois Corsa Classic e nos tempos atuais simplismente Classic. Hoje ele é o sedan mais vendido do Brasil.

Direto ao assunto. A Chevrolet não divulga nenhuma informação a respeito do término da produção dele. Para lançar a 'nova' linha 2009 foram poucas as modificações, dentre elas:

Nova grade dianteira - Preta, e com a gravata sem o arco (nova 'cara' da montadora)

Colunas laterais pretas

Novo estofamento

Novo Grafismo do Painel

> Novo Motor VHC E, que segundo a montadora significa ecológico, econômico e eficiente energético.


Durante o percurso entre São Caetano do Sul (SP) e o Rio de Janeiro o carro mostrou-se ágil, "É um urbano com vocação estradeira, o carro anda bem depois que pega embalo" (Roberto Dutra /Jornal Extra).
Segundo Roberto Dutra, passando dos 120 Km/h a frente começa a passarinhar, já eu discordo pois a bordo do mesmo foi colocado 155 Km/h (com peso na mala) e o carro se mostrou estável.

Contudo, de janeiro a abril foram vendidas 29.884 unidades do Chevrolet Classic.

A montadora não tem prazo para o fim da vida do sedan, mas há boatos de que ele não chegue a 2012!.

Traseira continua a mesma. Gravata tembém sem o arco e os nomes CLASSIC e VHC FLEXPOWER desceram.

=========================================================================

Ramiro Dias - Chevrolet Classic - Belford Roxo - RJ

Quer ver sua dúvida e/ou sugestão de matéria publicada aqui no Motor Show? Envie um e-mail para adm.motorshow@gmail.com

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Volkswagen Eos De cupê a conversível em apenas 25 segundos

Ulisses Cavalcante*, de Campinas (SP) | Fonte: Revista ZAP

A chegada do Volkswagen Eos ao Brasil é mais um indício de que a montadora alemã deixou de ser a "marca do povo" a qual nos acostumamos no país. Faz alguns anos que vários de seus produtos são acessíveis apenas aos muito endinheirados, mas a empresa ainda não conseguiu se livrar totalmente do ranço de fazer carros baratos e populares.

Felizmente a antiga fama está ficando cada vez mais para trás e o trio de importados (Eos, Passat CC e Tiguan) que acaba de desembarcar no país pode provar que a Volks também atende com competência o mercado de alto luxo.

Assista no vídeo abaixo o funcionamento da capota elétrica do Eos:

Produzido em Portugal, o Eos é o carro mais chamativo das novidades por ser raro nas ruas brasileiras. Faz mais de 15 anos que não temos conversíveis nacionais e mesmo entre os importados a oferta é escassa.

O novo cupê da Volks vem recheado de atributos sob o capô e muito conforto para os ocupantes. O grande destaque, naturalmente, é a capota rígida escamoteável, que se esconde no porta-malas ao toque de um botão no centro do console. Totalmente automatizada, a operação leva 25 segundos e basta que o carro esteja parado.


O espaço para carga é reduzido com a capota baixa. São 205 litros nesta posição e 380 l no modo cupê.

Os sensores de estacionamento estão integrados ao sistema e quando detectam um obstáculo atrás do veículo, o basculamento para até que o caminho fique livre. Dentro do porta-malas, uma proteção rígida impede que as bagagens sejam danificadas quando a capota é recolhida. Mesmo quando o carro está coberto, os ocupantes podem curtir a luz solar por meio do teto solar generoso, pois o teto de vidro mede 112 cm por 60,5 centímetros.

Com a capota aberta os ocupantes da frente não precisam se preocupar com o penteado. Dois defletores plásticos, um instalado no topo do para-brisa e outro preso sobre os assentos traseiros, impedem que o ar circule pelo interior, evitando um redemoinho de vento em alta velocidade.

O motor 2.0 turbo desenvolve 200 cavalos a 5.100 rpm e torque de 28,5 kgfm entre 1.700 rpm e 5.000 giros. De acordo com a VW, o Eos leva 7 ,9 segundos para ir de 0 a 100 km/h. Apesar de o propulsor ser extremamente eficaz, o grande destaque mecânico é o câmbio sequencial dotado de embreagem dupla. Quando uma marcha está engatada, a transmissão é capaz de preparar a próxima relação de velocidades, que fica desacoplada do motor por conta da segunda embreagem. Trabalhando em conjunto, a Volks afirma que a tecnologia realiza mudanças em 8 milissegundos, mais rápido que um piscar de olhos.

Segurança é outro ponto forte do Eos. Tem air bags duplos e laterais, faróis de xenônio direcionais (que acompanham o movimento do volante) e santantônio retrátil disparado em caso de capotagem.

Ao VOLANTE - O ar-condicionado funciona mesmo com a capota baixa. Neste caso, automaticamente o ar é desviado para os pés dos ocupantes para melhorar o conforto térmico. Os assentos de couro são envolventes, mas não contam com ajustes elétricos. Partindo de R$ 159.900, o Eos não é tão luxuoso quanto o Passat CC, apesar de custar quase o mesmo. Oferece alto nível de conforto, menos para os ocupantes do banco traseiro, pois o assento é menor que os da frente, mas é um carro de imagem. Em outras palavras, é mais bonito do que funcional. Se você quer mais funcionalidade, é melhor pagar mais R$ 14.390 e migrar para o cupê de quatro portas, que é tão estiloso quanto o conversível.

*Viagem feita a convite da Volkswagen



fonte: Portal Zap